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Cientistas Coreanos Podem Encontrar a Cura da Calvície

 Existe um grande número de tratamentos para calvície no mercado, mas já imaginou se a pessoa pudesse rever seus cabelos justamente aplicando uma loção?
 
cientistas sul-coreanos acham possível cura para calvície

Em um estudo publicado na Coreia do Sul, cientistas descrevem um tratamento que, além de evitar a calvície, promove o crescimento de novos folículos capilares. O estudo foi feito em ratos sem pelos e foi comandado pelo professor Choi Kang-Yeol, da Universidade Yonsei, em Seul. Neste estudo, os pesquisadores encontraram uma proteína responsável pela perda de cabelo na alopécia androgenética, também conhecida como calvície padrão – a forma mais comum de perda de cabelo em homens e mulheres.

 

Kang-Yeol disse na pesquisa que "foi encontrada uma proteína que controla o crescimento do cabelo, e então desenvolvemos uma nova substância que promove a regeneração do cabelo, controlando a função da proteína. Esperamos que a substância recém-desenvolvida contribua para o desenvolvimento de uma droga que não só trata a perda dos fios, mas também regenera os tecidos danificados da pele".

O nome desse “vilão” dos cabelos é CXXC5, uma proteína de dedo de zinco que atua como um regulador negativo e impulsiona a perda dos fios. Esta proteína também está conectada à regeneração capilar e cicatrização de feridas. Quando ela se liga a outra proteína da família Dsh (Dishevelled), impede o desenvolvimento folicular e o crescimento do cabelo.

cientistas sul-coreanos acham possível cura para calvície

Em um estudo publicado na Coreia do Sul, cientistas descrevem um tratamento que, além de evitar a calvície, promove o crescimento de novos folículos capilares. Neste estudo, dirigido pelo professor Choi Kang-Yeol da Universidade Yonsei, em Seul, uma equipe de pesquisadores encontrou uma proteína responsável pela perda de cabelo na alopecia androgenética, também conhecida como calvície padrão – a forma mais comum de perda de cabelo em homens e mulheres.

Kang-Yeol disse que, na pesquisa, "foi encontrada uma proteína que controla o crescimento do cabelo, e então desenvolvemos uma nova substância que promove a regeneração do cabelo, controlando a função da proteína. Esperamos que a substância recém-desenvolvida contribua para o desenvolvimento de uma droga que não só trata a perda dos fios, mas também regenera os tecidos danificados da pele".

O nome desse “vilão” dos cabelos é CXXC5, uma proteína de dedo de zinco que atua como um regulador negativo e impulsiona a perda dos fios. Esta proteína também está conectada à renegeração capilar e cicatrização de feridas. Quando ela se liga a outra proteína da família Dsh (Dishevelled), impede o desenvolvimento folicular e o crescimento do cabelo.

Um novo biomaterial desenvolvido pela equipe interfere nesse processo vinculativo. Seu nome é PTD-DBM, e ao ser aplicado na pele de camundongos sem pêlos por 28 dias, novos folículos começam a se desenvolver.

No entanto, ainda há algumas advertências. O título do estudo "O alvejamento do CXXC5 por um peptídeo concorrente estimula o crescimento do cabelo e a neogênese do cabelo induzido por ferida". O estudo já cobriu o CXXC5, mas a segunda parte é igualmente importante – o cabelo induzido por ferida neogênese. Conforme documentado em um artigo de 2007, feridas com mais de 5 milímetros de diâmetro poderiam, em alguns casos, desenvolver novos folículos enquanto eram curados.


Já outro estudo de 2013 descobriu que, em humanos, um tratamento para a alopecia androgenética foi muito mais efetivo quando acompanhado por microagulhamento, ou seja, perfurar a pele com agulhas ultra finas.

Kang-Yeol e sua equipe obtiveram seus melhores resultados combinando a neogênese de cabelo induzida por feridas com PTD-PBM e ácido valproico, geralmente usado para tratar transtorno bipolar, esquizofrenia, enxaquecas e convulsões. Neste caso, o ácido foi usado topicamente para ativar o crescimento de fios.

Portanto, há uma ação tripla. As feridas induzem a geração de folículos; o ácido valproico estimula a via celular ligada ao desenvolvimento de folículos; e o PTDPBD inibe o CXXC5 de interferir no processo de desenvolvimento folicular.

No entanto, pode levar algum tempo antes que este tratamento esteja disponível. Novos tratamentos muitas vezes levam um bom tempo para serem desenvolvidos, principalmente porque eles precisam passar por diversos testes clínicos para garantir que sejam seguros para seres humanos. No entanto, a equipe está progredindo rapidamente na pesquisa. Atualmente, eles estão testando a nova substância em outros animais para determinar se é tóxico, antes de proceder a ensaios clínicos em humanos.

Fonte: sciencealert

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