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6 Pseudociências que enganam muita gente

O Editor: Anna D.
Ideias e teorias pseudocientíficas são conceitos apresentados como ciência, porém, não possuem sustentação empírica ou teórica adequada. Embora não sejam verdadeiras, muitas delas têm apelo baseado em crenças e preconceitos já existentes nas pessoas, o que as torna populares. Neste artigo, apresentamos seis teorias pseudocientíficas que devem ser erradicadas permanentemente.
 

Frenologia

 
Pseudociência
No século XIX, uma teoria popular alegava que era viável determinar a personalidade e o comportamento humano analisando as formas do crânio. Essa teoria era conhecida como frenologia. Entretanto, não há nenhuma comprovação científica que a sustente. A frenologia foi muito criticada por sua falta de rigor científico, por promover estereótipos e por ser a base do racismo científico.
 

Microexpressões faciais

Pseudociência
A teoria das microexpressões faciais afirma que é possível detectar emoções ocultas por meio de expressões faciais muito sutis e rápidas. No entanto, essa teoria não é considerada científica pela comunidade acadêmica, pois há poucas evidências empíricas que comprovem sua eficácia. Além disso, a interpretação desse tipo de expressão é altamente subjetiva, dependendo da experiência pessoal do observador. Portanto, apesar de ser popular, a teoria das microexpressões faciais é considerada pseudocientífica e não deve ser utilizada em contextos científicos ou jurídicos.
 

As pirâmides do Egito foram construídas por alienígenas

Pseudociência
Embora possa parecer inofensiva, a teoria dos "antigos astronautas" esconde uma dose significativa de racismo. Essa teoria se baseia na ideia de que as grandes realizações da civilização humana, como as pirâmides egípcias e as ruínas maias, foram criadas com a ajuda de seres extraterrestres avançados. No entanto, essa teoria sugere implicitamente que povos não europeus não teriam a inteligência ou capacidade técnica para realizar esses feitos, o que é claramente uma afirmação racista e sem evidência científica.
 

Poligrafia

Pseudociência
O polígrafo, também conhecido como detector de mentiras, é um aparelho baseado na teoria de que é possível detectar se alguém está mentindo por meio da análise de suas reações fisiológicas. No entanto, essa não é uma ferramenta confiável, pois pode ser manipulada. Portanto, os resultados do polígrafo não são aceitos como evidência em tribunais, já que sua precisão é questionável.
 

Terapias quânticas

Pseudociência
A teoria da cura quântica defende que, ao pensar positivamente e visualizar a cura de uma doença, é possível alterar a realidade em um "nível quântico" e, assim, curar o enfermo. No entanto, não há evidências científicas que comprovem que a mente humana possa afetar o mundo físico dessa forma. Além disso, o termo "quântico" é frequentemente utilizado de forma equivocada e fora de contexto. Em última análise, a teoria da cura quântica é uma forma de "pensamento mágico" que carece de fundamento científico sólido.
 

Vacinas causam autismo

Pseudociência
Uma das pseudociências mais perigosas é a teoria de que vacinas causam autismo. Essa teoria ganhou popularidade quando o médico Andrew Wakefield publicou um estudo na revista The Lancet em 1998, associando a vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) ao autismo. Entretanto, o estudo foi amplamente criticado por ter metodologia falha e conflitos de interesse financeiros de Wakefield. Vários estudos subsequentes conduzidos por instituições médicas confiáveis não encontraram nenhuma evidência de conexão entre vacinas e autismo.
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