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5 Sinais de Que o Facebook Está Usando Seus Dados

 O Facebook tem fornecido seus próprios dados privados para as empresas por muitos anos, permitindo que a gigante da tecnologia aumente sua receita de publicidade e grave seu nome em sites de toda a web. Aqui estão 5 dos negócios mais perigosos que eles já fizeram:

 

 

1. Spotify e Netflix

uso de dados

O Spotify e a Netflix tiveram acesso a mensagens privadas dos usuários do Facebook como parte dos recursos que permitiam que as pessoas sugerissem filmes, programas de TV e música para seus amigos. Por exemplo, depois de assistir a um programa da Netflix, os espectadores foram solicitados a se conectarem ao Facebook para recomendá-lo a outras pessoas.

A Netflix promoveu esse acordo em 2014 com uma versão mais privada do compartilhamento, já que a empresa afirmava que o Messenger permitia que as pessoas “recomendassem com facilidade e privacidade os programas que você ama às pessoas de quem gosta”. Para isso, o aplicativo da Netflix precisava ser capaz de enviar mensagens do Facebook. No entanto, foi dada também a capacidade de ler, escrever e excluir, e de ver todos os participantes em um tópico. Tanto a Netflix quanto o Spotify alegaram não ter conhecimento de tal acesso, mas documentos mostram que a Netflix ainda tinha acesso às mensagens dos usuários em 2017.

2. Yahoo 

uso de dados

Em 2011, quando o Yahoo e o Facebook anunciaram sua parceria, o Yahoo disse que estava “colocando os amigos das pessoas na frente para introduzir uma maneira inovadora de se conectar socialmente ao conteúdo”. A empresa alegou que aqueles que optaram por seus recursos mais recentes iriam ver seus amigos no Facebook e os artigos que esses amigos tinham lido, em uma "barra de ferramentas" no topo do site do Yahoo News.

Esse recurso não funcionou muito bem e logo foi abandonado. No entanto, o Yahoo continuou a manter acesso especial aos dados de mais de 80.000 contas, de acordo com documentos internos do Facebook que foram revisados pelo The Times. Ainda em 2018, o Yahoo ainda era capaz de ver um fluxo de posts dos amigos dessas pessoas, e não está claro o que eles fizeram com todas essas informações. Um porta-voz da empresa alegou que eles não usaram essas informações para fins publicitários.

3. O New York Times 

uso de dados

Em 2008, o The Time desenvolveu um aplicativo de compartilhamento social chamado TimesPeople. Essa era uma ferramenta que incorporava listas de amigos do Facebook e permitia aos usuários compartilhar artigos e fazer recomendações a outras pessoas. Ela foi descartada em 2011, mas a empresa continuou a ter acesso a essas listas de amigos até 2017. Um porta-voz do The Times alegou que não tinha conhecimento desse acesso contínuo e que a empresa não estava recebendo dados do recurso do Facebook.

4. "Pessoas que talvez você conheça" 

uso de dados

Relatórios internos mostram que um recurso do Facebook apelidado de “Pessoas que talvez você conheça”, uma ferramenta de sugestão de amigos, há muito tempo confunde e perturba os usuários do Facebook. Os relatórios mostram que esta ferramenta acabou por recomendar conexões entre pacientes do mesmo psiquiatra, pessoas que simplesmente estiveram no mesmo local e até mesmo membros da família afastados. Isso gerou suspeitas de que o Facebook estava acompanhando de perto os movimentos dos usuários e escutando suas conversas, entre outras coisas.

Segundo relatos, o Facebook realmente fez acordos com outras empresas em troca de detalhes de contato das pessoas. O Facebook passou a usar esses dados para criar outros modelos de rede de amigos e sugerir ainda mais conexões. Os parceiros que forneceram informações ao Facebook incluíram Amazon, Yahoo e Huawei.

5. "Personalização instantânea" 

uso de dados

O Facebook também compartilhou dados com outros sites em um programa chamado “personalização instantânea”. Esses parceiros, incluindo o Bing e o Rotten Tomatoes, tiveram acesso aos nomes dos usuários, fotos de perfil, gênero e qualquer outra informação que tivessem tornado pública.

A partir de 2010, as pessoas que visitaram um dos sites parceiros enquanto estavam logadas no Facebook teriam visto uma barra azul na tela, o que poderia mostrar quais filmes seus amigos gostavam de assistir, ou forneceram resultados de pesquisa personalizados baseados nas suas preferências no Facebook. O Facebook eventualmente reduziu esse recurso, mas continuou a permitir que certos sites acessassem a maioria dos dados que estavam recebendo antes.

 

Fonte
Imagens 

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