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É Possível Morrer de Decepção Amorosa?

 Se alguém que você amava intensamente já lhe abandonou, deve conhecer bem o inconfundível sentimento de desgosto. Às vezes, a dor desaparece por um tempo antes que outra onda de tristeza comece pouco mais tarde. Quando parece muito difícil de suportar, muitas vezes nos perguntamos se é possível morrer de dor de um coração partido. Continue lendo e descubra...
 
1. Cardiomiopatia Induzida por Estresse
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Bem, a resposta simples é, infelizmente, sim. É conhecida pelos médicos como "cardiomiopatia induzida por estresse", em que o estresse que o sofrimento está colocando em seu coração se torna tão intenso que ele para de bater.

De acordo com a cirurgiã cardíaca australiano Nikki Stamp, "para algumas pessoas, o estresse de perder um ente querido, ou qualquer tipo de evento estressante em sua vida, precipita um monte de reações no corpo físico, e também na mente, o que pode causar doença e às vezes causar a morte de alguém.”

Ela também afirma que "o aumento do ritmo cardíaco e da pressão sanguínea faz seu coração trabalhar mais rápido, deixando o sangue pegajoso e destruindo seu sistema imunológico".

2. Cardiomiopatia de Takotsubo
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Quando os profissionais falam em morrer por causa de um coração partido, eles normalmente se referem a uma condição muito rara conhecida como "cardiomiopatia de takotsubo".

De acordo com a Dra. Stamp, "o que acontece é um evento extremamente estressante... há uma descarga maciça de adrenalina e causa algo semelhante a um ataque cardíaco", e que "quando se trata de takotsubo, nós realmente vemos todos testes que apontam para um ataque cardíaco.”

3. Mulheres mais velhas são mais vulneráveis
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Estudos recentes mostraram que 90% dos casos de takotsubo relatados ocorrem em mulheres com idade entre 58 e 75 anos. No entanto, a maioria dos pacientes foi curada em um mês e apenas 5% das mulheres que morrem de parada cardíaca foram diagnosticadas com o transtorno.

Essa síndrome é, supostamente, a razão pela qual os estudos mostraram que o risco de morte aumenta no primeiro mês após a perda de um ente querido. É também a razão pela qual você ouve tantas histórias de pessoas que estiveram juntas por um longo tempo e se foram em um curto espaço de tempo uma da outra.

4. Tudo está em sua mente
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Quando se trata de rompimentos, a raiz do problema está localizada em sua mente e não em seu coração. De fato, muitos fizeram conexões entre a mente de um viciado em drogas e a mente de uma pessoa apaixonada.

Uma vez que o amor romântico estimula os receptores de prazer do cérebro de maneira semelhante a uma droga, as pessoas apaixonadas sentir-se-ão eufóricas quando na presença do objeto de sua afeição, enquanto sofrem de ansiedade e desejos intensos quando estão separados.

Isso também significa que uma pessoa que tenha sido abandonada sofrerá o mesmo tipo de sintomas de abstinência que um viciado em heroína passará ao tentar se livrar da droga.

5. O tempo é o melhor remédio
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A notícia boa é que os cientistas descobriram que o tempo cura fisicamente essas feridas. Na verdade, eles descobriram que, quanto mais tempo passa após o rompimento, menos atividade relacionada ao apego é encontrada no cérebro.

De acordo com Helen Fisher, a antropóloga biológica e autora de 'Why We Love' (Por que amamos, na tradução livre), a melhor coisa a fazer enquanto se espera pelo tempo para curar suas feridas é refletir sobre o rompimento em vez de se distrair.

Ela diz que "parece ser saudável para o cérebro, em vez de apenas camuflar em desespero, pensar sobre a situação mais ativamente e tentar descobrir como você vai lidar com isso". Você sente que nunca vai melhorar depois de passar por um rompimento ou perda, mas lembre-se de que isso também passará.

Fonte
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